29 março 2007

Ufa...

O blogger tem andado mal disposto e não me tem deixado colocar posts. Tenho que aproveitar enquanto ele deixa.

Domingo foi dia de festa com aniversário duplo de mãe + sogra = muita comidinha e boa companhia e .... lavar a loiça depois.
Entre um bocadinho e outro vou aproveitando para fazer uma ou outra coisa.

19 março 2007

Porque o Dia do Pai é só uma vez por ano...

... e o filho é tão crafty como a mãe que tem, porquê oferecer só uma prenda... Se calhar o pai havia de gostar de mais que uma... por isso, duas chegam?...uhm...se calhar não. Talvez três...ou até quatro... e porque não cinco......seis....sete....oito... Oito! Sim, OITO já são prendas que chegue, para que o pai não duvide que hoje é mesmo o dia dele. Um beijo do tamanho do mundo, Pai!

Lilás e rosa



Mais uma pregadeira que vai direitinha para uma amiga como oferta. Espero que ela goste.

12 março 2007

Reduzir, reciclar e reutilizar

Sempre achei este um principio a seguir e mais ainda desde que tenho uma criança em casa e que o futuro passou a ser encarado com mais seriedade.
Desde pequeno que o T. tem sido alertado para a poupança da água, da electricidade, do papel, do reciclar o lixo e agora mais recentemente o uso dos sacos plásticos. Embora já o fizessemos antes, desde que o supermercado onde vamos muitas vezes passou a cobrar 2 centimos por cada saco, reduzimos ao minimo o levar mais um saco para casa, para como diz o T. não poluirmos o ambiente. Concordo plenamente.
Passamos a adoptar por levar um saco de pano (handmade, claro), mas quando nos esquecemos dele em casa, o T. recusa-se a trazer um dos de plástico e lá viemos para casa a fazer malabarismo com os iogurtes, o pão, as batatas, os sumos... Todos os dedos servem para segurar mais qualquer coisa, o pior é chegar ao carro e descobrir que não há nenhum dedito livre para abrir a porta. Há que aplaudir o figuraço...
Então metemos mãos à obra e fabricamos mais um num tecido bem resistente e num tamanho um pouco maior para podermos trazer mais coisas. E o T. ajudou a fazer o dele, para na próxima ida ao supermercado, poder transportar os artigos de máxima importância que convém nunca deixar para trás... iogurtes e ovos kinder.



Estamos cheios de boa vontade e o hábito vai-se instalando.
Há uns dias fomos a Faro e aproveitamos para fazer algumas compras numa grande superficie da área e confesso que me causou muita impressão quando ao pagarmos, a caixa era daquelas em que a operadora ao registar vai pondo os artigos logo no saco, e o máximo que a senhora punha eram 3 por cada um. O T. do alto dos seus 6 anos e pronto defensor do "seu" meio ambiente, bem chamou a atenção da rapariga que não lhe ligou nenhuma e continuou do mesmo modo. Viemos para casa com um mar de plástico, tentando usar o balde do lixo como desculpa para ir escoando todo aquele exagero.

Acho curioso os olhares de estranheza quando nos vêm a levar um saco de casa, depois até comentam "mas que boa ideia, eu até podia fazer o mesmo". Só é pena que no dia a seguir ao encontrar essa mesma pessoa, vamos ter com ela e dizemos "Então? Tantos sacos plásticos, não disse que também trazia um de casa?" ao que a resposta foi "É que sabe , ecologia não é comigo.". Pois é, falar da boca para fora é fácil mas quando se trata de aplicar a teoria no dia-a-dia toda a conversa cai por terra e o comodismo vem ao de cima.

06 março 2007

De volta

Porque as férias servem para descansar do computador e não só, até quando durante 3 semanas só chove, também é tempo para:

. brincar (ao Carnaval também)...
. passear...
. ver o mar...
. fazer uma sessão de massagem com pedras quentes (prenda de Natal do marido)...
. ir ao parque...

. dedicar mais tempo àqueles pratos para os quais nunca há tempo para fazer...
. encher a casa com o cheiro de bolos no forno...
. andar de retrosaria em retrosaria e aumentar o stock...


. dormir, dormir e dormir mais um bocadinho...
. estar com a família...
. ir à piscina...
. não fazer nada às vezes, porque afinal estamos de férias...
. fazer mais uma mala...



. ir todos os dias buscar o T. à escola e passar a tarde a contar pelos dedos, fazer batota e ajudar a pintar os bonecos do TPC, ouvir deliciada o ler cada vez menos atrapalhado do m, do b, do n, g, t..., enfim, absorver o tempo ao máximo até voltar à rotina do dia-a-dia.
Já passou uma semana e que saudades da dor nos dedos de tanto afiar os lápis de cor que todos os dias vêm para casa cansados...

06 fevereiro 2007

Para uma amiga especial

Esta mala foi feita para uma amiga a partir de um tecido que ela me trouxe quando esteve de férias em Cabo Verde. E como agradecimento, parte dele foi directamente para esta mala.

E finalmente consegui acabar uma manta de brincadeiras para um "sobrinho" emprestado, filho de uma grande amiga. Esta foi talvez o trabalho de patchwork mais demorado que fiz, mas fiquei satisfeita com o resultado final, embora não esteja milimetricamente certinho. Estou certa que o Afonso também vai gostar.







01 fevereiro 2007

Pegas, pegas e mais pegas

Tenho uma coisa por pegas. Tenho e pronto. Não passo sem elas na cozinha, são daqueles projectos rápidos onde gosto de aproveitar os restinhos de tecidos que não sou capaz de deitar fora e vou juntando numa caixa. Faço um par, ofereço outro, alguém também quer um e acabam por sair uns atrás dos outros.



Gosto de todas as pegas e sou defensora do usar todos os dias e não ter as coisas guardadas para não estragar ou porque dá pena. Se é bonito, se é bom, de qualidade ou oferecido, mais uma razão para se disfrutar e usar, ou não é?



Embora fervorosa praticante desta filosofia, abro uma excepção ao guardar bem guardadinhas estas pegas feitas com tanto carinho por quem já não me pode fazer outras para substituir. Carregada com uma doença que dolorosamente lhe deformava os ossos mas não lhe abatia a vontade e obstinência de criar, do crochet, da renda, de oferecer e partilhar. Guardo não só as pegas mas também junto do coração a lembrança do sentimento que melhor a definia, infinita bondade.



Adoro-te Avó, um beijo tamanho do céu.